quarta-feira, 8 de julho de 2020


Lançado ontem (07/07), o novo GNOME 3.37.3 chega dois meses antes do GNOME 3.38, previsto em Setembro, porém, para quem gosta de se aventurar nas versões beta, o GNOME 3.37.90 (ou 3.38 beta), será lançado em agosto.

O lançamento foi disponibilizado em duas partes, por conta dos componentes do GNOME Shell e Mutter, a diferença de horas não afetou a atualização que trouxe diversos recursos e aprimoramentos, dentre eles, temos:
  • Epiphany (Navegador de internet do GNOME): suporte a abas individuais silenciosas, execução em segundo plano para webapps, comando --search, modo escuro, além de correções e melhorias.
  • APIs no GTK4: implementação de mecanismo de busca baseado no Tracker3 no GtkFileChooser, melhorando a sincronização do X11 quando o driver binário da NVIDIA é usado e melhorias de renderização OpenGL.
  • GTK3: correção contra falhas nas janelas com Wayland.
  • Baobab: melhorias em compatibilidade com o MinGW para construção.
  • Evince: correções e melhorias de código.
  • Eye of GNOME: o visualizador de imagens tem melhorias de compatibilidade com os formatos de imagens para smartphone.
  • GNOME Maps: modo noturno com suporte ao mapa aéreo híbrido.
  • GNOME Music: correção em relação ao alto uso de CPU ao reproduzir os conteúdos no app.
  • GJS JavaScript: adicionado o suporte aos campos de classe pública.
  • Suporte para armazenamento em cache na GPU, afim de melhorar (à quase sobrar) o desempenho.
  • VMware: Suporte para logins pré-autenticados em ambientes.
  • Correção do tamanho do teclado na tela do GNOME em modo retrato.
Alguma dessas atualizações vai ajudar nos seus projetos? Faltou alguma? Comente aí abaixo e não esqueça de compartilhar.

Fonte: Phoronix

Nova versão do GNOME 3.37 chega com mais recursos e aprimoramentos

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Converta os vídeos para editar no Davinci Resolve no Linux, e saiba como resolver o erro do Winff na interface Plasma!


O Davinci Resove se trata de um excelente programa para edição de vídeos, sendo uma ferramenta muito poderosa, possuindo sua versão para MacOS, Windows e Linux. Contudo, um susário Linux pode esbarrar em alguns impedimentos, como no MacOS que eu conseguia rodar o programa com a placa Intel, e no Linux só conseguimos com a placa Nvidia, além de termo que formatar o arquivo, antes de editar o mesmo.


Em sua versão gratuita para Linux, o programa não suporta os formatos de arquivos em MP e H264, então teremos que mudar o formato do vídeo para conseguir editar o mesmo no Davinci Resolve. e para isso podemos utilizar o programa Winff, que está disponível na maior parte das centrais de programas da distribuições base Debian e que utilizam o AUR.

Após fazer a instalação do programa na sua distribuição Linux, adicione um arquivo de configuração para permitir a mudança de formato do vídeo, indo clique em “Ficheiro” >> “Importar pré-ajuste”, depois selecione o arquivo “winff_resolve_rikerlinux_.xml” caso apareça uma janela de diálogo informando que o pré-ajuste já existe, clique em “Yes to All” para substituir.





Após importar os ajustes você precisa ir na aba Detalhes de saída em “Converter para:” selecione “Resolve” e em Pré-ajuste selecione “mpeg4”, conforme imagem a abaixo.


Agora para usar o mesmo na interface plasma, terá que fazer uma pequena modificação, e foi essa questão que me motivou a criar essa matéria.

Será necessário você alterar o comando onde está terminal para executar o ffmpeg, pois a interface Plasma trablha com o Konsole, no caso tive que alterar para /usr/bin/konsole ficando como na imagem abaixo:



E pronto, o Winff vai funcionar normalmente na sua interface Plasma, seja no Ubuntu, Manjaro, Fedora ou qualquer outro sistema.



Converta os vídeos para editar no Davinci Resolve no Linux, e saiba como resolver o erro do Winff na interface Plasma!

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Falar quando eu tive o contato com Linux, tive que parar por um bom tempo e pensar quando foi a primeira fez que ouvi dizer a palavra Linux na vida, e foi a muito tempo mesmo 😅.




Quando descobri o Linux e ele mudou a minha visão sobre a tecnologia


Desde pequeno acompanhava as corridas de fórmula 1, assisti o Senna correr, acompanhei o fim daquele ciclo vitorioso, e recentemente resolvi pesquisar para saber qual sistema operacional era utilizado na F1, e para minha grata surpresa, a resposta foi Linux.

A utilização de Linux na F1, de acordo com as minhas pesquisas, remonta o ano de 1998 quando a equipe Renault, começou a experimentar clusters Linux, e posteriormente começou a usar sistemas IBM Linux para executar aplicativos críticos de banco de dados e telemetria desde 2001.


Os sistemas de telemetria transmitem dados do carro para os técnicos no poddok durante a corrida. "Quando o carro está em funcionamento, ele transmite uma enorme quantidade de dados em tempo real sobre os parâmetros críticos do motor ou chassi para a equipe - esse sistema funciona com Linux", disse Christophe Verdier, diretor de TI da Renault na F1 entre 2005 e 2006.

A equipe Renault foi Bi-campeã do mundial de construtores entre 2005 e 2006, e de pilotos com Fernando Alonso batendo Michael Schumacher.

A tecnologia e a ciência aplicadas ao desenvolvimento de carros de corrida são mais semelhantes ao desenvolvimento de caças a jato do que a aplicação da ciência a qualquer outro esporte, ficando atrás quanto as pesquisas tecnológicas talvez apenas dos projetos espaciais. O Linux, rodando em uma variedade de configurações de alto desempenho, é uma parte essencial da equação para todas as equipes de ponta.

A Ferrari é outra equipe que falou sobre o uso do Linux para a análise de dados aerodinâmicos e dos motores em Maranello, a famosa "Galleria del Vento", ou Wind Tunnel, projetada por Renzo Piano. 


O carro de corrida da McLaren "foi totalmente projetado usando o sistema Linux e SGI". A McLaren usa o software de dinâmica de fluidos computacional (CFD) fornecido pela SGI para simular fluxos de ar sobre o carro usando supercomputadores SGI Altix. O hardware e o software são idênticos aos usados ​​por vários fabricantes de carros de produção.


A escolha do Linux é orientada pelos "engenheiros graduados que saem da universidade e estão acostumados a trabalhar com código aberto". Muita pesquisa de pós-graduação é "realizada em HPC e eles levam essa mentalidade para a vida profissional". O Linux é o sistema operacional dominante no campo da computação de alto desempenho e "é muito mais fácil se movimentar, compilar o código-fonte, ajustar o código e recompilar. É isso que atrai as pessoas nesse tipo de cenários".


"O que você é capaz de fazer com a comunidade de código aberto é muito mais flexível e permite muito mais liberdade de escolha ou inspiração, para que as pessoas possam criar e ser criativas e alavancar a criatividade de uma comunidade muito considerável em todo o mundo. Os engenheiros, dependendo das equipes diferentes, têm visões diferentes de como usar o CFD. Algumas usam clusters e outras usam grandes sistemas de memória compartilhada. O Linux é flexível o suficiente para fornecer resultados semelhantes ". O que faz a diferença é a contribuição e a visão específicas de cada engenheiro.

O Linux é amplamente utilizado na Fórmula 1, a AMD trabalha com a Ferrari. A Williams emprega uma solução Linux fornecida pela HP. O Linux é escolhido pelos motivos usuais - confiabilidade, custo e preço/desempenho. O custo é uma consideração secundária ao desempenho. O mais importante é a versatilidade do Linux e seu histórico comprovado em soluções de cluster de alta densidade e grandes sistemas de memória compartilhada, que em algumas equipes de corrida, como a Ferrari, envolvem mais de 500 nós em um cluster. O Linux permite que as equipes construam soluções escaláveis ​​para uma indústria em movimento rápido que exige uma resposta rápida e versátil às mudanças rápidas dos parâmetros.


Essa foi a matéria Linux na F1, gostaria de saber se você acompanha ou já acompanhou as corridas, deixe aqui um comentário.

Linux na F1

quarta-feira, 1 de julho de 2020

O ano é 2010, depois de dez anos vivendo na bolha Windows da Microsoft, graças a uma oportunidade e um colega de trabalho a curiosidade me fez chegar no "mundo" Linux.

CONTEXTUALIZANDO

Quando um usuário comum de Windows pensa ou ouve algo sobre Linux, já sente arrepiar os cabelos e os pêlos dos braços, imagina que tudo o que é feito nas distribuições do pinguim tem, por obrigatoriedade, que ser feito através do terminal (a tela preta com códigos em branco do qual muitos tem medo, mas, não da tela azul com códigos piores, quase indecifráveis rsrs - tela azul da morte no Windows).

Sim, essa era a forma que eu, Madrugueds, pensava quando vivia na bolha. Tinha medo e receio do Linux, mas, ao mesmo tempo, era curioso, queria usar iBook da Apple, montava PCs por hobbie (tinha uns cinco que se juntassem dava um - risos), e por aí vai.


UMA SUGESTÃO DE EXPERIÊNCIA

Quando entrei para trabalhar na produção de uma empresa do ramo de lazer, não me imaginava trabalhando na área de T. I. da empresa, mesmo meu hobbie sendo informática - o famoso micreiro, curtindo ficar em frente da tela de um monitor CRT 4:3 de tubo em casa, me divertindo com meus games e hardwares usados, além de arrumar computador de amigos e conhecidos.

Três anos depois, fui promovido ao setor responsável pela manutenção dos computadores da empresa, sim o T.I.. Meu colega de trabalho, um japonês experto e ligeiro, logo criou um firewall com Ubuntu Server, aproveitando de todo seu conhecimento e da inexperiência com Linux de todos da empresa, inclusive o dono, garantindo assim o seu emprego.


Ao decorrer do tempo de entrosamento, ele me mostrou como funcionava o terminal do Linux e que podia fazer todo tipo de alteração e instalação sem precisar abrir o Google e ir a sites como Baixaki, por exemplo, economizando tempo e estresse.

No início, achei aquilo muito complicado, não dei tanta bola, aí ele me falou que tinha uma versão desktop, com interface gráfica, pra ficar mais fácil de usar como PC comum, foi aí então que conheci o Ubuntu 10.04 LTS.

Achei um barato instalar aplicativos pelo terminal, personalizar os temas de ícones e do GTK, mas, então, conheci os efeitos do Compiz, as telas gelatinosas, janelas transparentes, efeito de cubo ao trocar a área de trabalho e saber que podia jogar e trabalhar ao mesmo tempo, só apertando Ctrl + Alt + setas - risos.


Naquela época, o Linux tinha seus limitadores para um usuário assíduo de Windows, como rodar facilmente aplicativos EXE e compatiblidade com hardware, principalmente AMD, o que me deixou estremamente chateado, pois, havia acabado de comprar um notebook com processador AMD A8-4500M e aproveitava horas jogando Battlefield 3 no Windows.

Esse tempo de luta demorou tanto tempo, que só quando lançou o Ubuntu 14.04 LTS resolvi mudar de vez pro Linux e cair de cabeça no mundo do pinguim, mas, eu não tomei essa decisão sem buscar conhecimento. Na época, conheci o blog e o canal do Diolinux, o canal do pinguim gamer mais famoso naquele ano, o Penguin Recordings, além dos canais Tuxter Games do Junior Freire e The Linux Gamer, me inspirando a criar o meu próprio canal focado em conteúdo gamer para Linux e cair de cabeça na experiência de usuário no pinguim.

E você, já está usando Linux a quanto tempo? Ou o que te falta pra mudar pro pinguim? Comenta aí!

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Quando a curiosidade vira aprendizado: tomei coragem e migrei pro Linux!

segunda-feira, 29 de junho de 2020



Como instalar e executar o Davinci Resolve no Manjaro, Archlinux e derivados.

Através dessa matéria venho abordar como instalar Davinci Resolve no Manjaro, Archlinuc e derivados. Talvez para muitos nem seja um problema tão grande a instalação do mesmo, pois ele está empacotado no AUR, porém por possuir um notebook com placa hibrida, tive problemas na execução do mesmo, por isso irei mostrar como fazê-lo nessa postagem

Inicie o instalador de programas e procure por Davinci Resolve, encolha a opção conforme escolhi abaixo e clique em aplicar, conforme abaixo:



Depois você terá que escolher o driver para o openCL de acordo com a sua gpu.

 

Após a compilação (pode levar algum tempo), execute o Davinci Resolve. E o mesmo vai funcionar normalmente se você estiver com o driver Nvidia instalado.

Resolvendo erro de execução do Davinci Resolve em Notebooks Híbridos!


Caso você possua um laptop como o meu, com duas GPUs e deseja usar a placa Nvidia, execute o seguinte comando no seu terminal:


primusrun /opt/resolve/bin/resolve
E pronto, o programa vai abrir normalmente.

Como instalar e executar o Davinci Resolve no Manjaro, Archlinux e derivados.

sábado, 27 de junho de 2020

Um dos programas mais populares para se ouvir musica no planeta ultimamente, é o Spotify. E uma das perguntas mais frequentes que ouvimos, é "como instala o Spotify no Linux?" e hoje vamos ensinar como fazer isso.

InstalarSpotifyLinux


Se você gosta de ouvir uma música enquanto faz o seu trabalho do seu dia a dia ou nas suas jogatinas, o Spotify é uma boa pedida para você. E instalar ele no Linux é bem simples.

O Spotify é distribuído de forma oficial no formato Snap e de forma comunitária no formato flatpak. Vamos ensinar as duas.

Vamos começar pelo forma oficial, que é via Snap. Se a sua distro tem o suporte habilitado, pode ser instalado tanto via terminal quanto pela loja de aplicativo.  Pelo terminal o comando é o snap install spotify  e logo em seguida vai ser pedida a sua senha de usuário. Feito isso é só esperar a instalação terminal e usufruir o app.

Já se você preferir instalar pela loja, basta procurar por "spotify" e mandar instalar. Ai é só por a sua senha, esperar a instalação terminar e usar o app.

Se esse método não funcionar ou se você não gosta do Snap, tem uma outra forma que o pessoal do Spotify disponibiliza, que você vai rodar 3 (três) comandinhos (na sequencia que for passada) e instalar ele, o procedimento é:

curl -sS https://download.spotify.com/debian/pubkey.gpg | sudo apt-key add - 

echo "deb http://repository.spotify.com stable non-free" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/spotify.list

sudo apt-get update && sudo apt-get install spotify-client

Agora se você preferir a versão feita pela comunidade que é feita em Flatpak, ai você vai fazer o seguinte. Distros como Fedora, Mint, Pop!_OS e ZorinOS já trazem o flatpak habilitado, então você  instala via loja de aplicativos, como no caso do Snap mostrado acima, bastando procurar por "spotify" e clicar no botão de instalar.

Agora se der algum erro, pode ser que o flathub, local esse em que os programas são "puxados" e instalados, não esteja habilitado. Mas isso é fácil de contornar, basta entrar aqui e achar a distro que você estiver utilizando e seguir o guia.

Esse guia também serve para habilitar se a sua distro não tem suporte ao flatpak. Habilitando, você pode instalar o Spotify via flatpak pelo terminal, com o seguinte comando flatpak install flathub com.spotify.Client

Depois de instalar, basta abrir o Spotify e curtir a música ou o podcast da sua preferência ✌😀✌


Spotify Linux Instalar


Espero você ate uma próxima e forte abraço.

Instalando o Spotify no Linux

sexta-feira, 19 de junho de 2020


Sei que o blog aqui é voltado para o mundo Linux, mas achei um tanto curiosa essa notícia, e decidi compartilhar com os leitores aqui do blog, para inclusive ter uma opinião de vocês quanto ao assunto.

Uma empresa chamada OpenCore Computer está colocando a venda máquinas com o sistema Operacional da Apple. O processo chamado de Hakintosh,  consiste na instalação do sistema Operacional da maçã em um computador não produzido pela empresa.

No passado existiu uma empresa chamada Psystar que lançou suas máquinas com o sistema da Apple, com o Rebel EFI, criado para facilitar a instalação ilegal do Mac OS X em PCs mas após uma longa batalha jurídica, a gigante de Cupertino venceu nos tribunais, e a Psystar teve que abandonar as vendas do Hakintosh.



O computador está sendo vendido a partir de U$ 2.200 (recebendo pagamentos apenas com Bitcoin, com certeza numa tentativa em dificultar as coisas pro lado da Apple). Seu Hardware vem com processadores AMD Ryzen de até 16 núcleos, podendo ser configurado com até 64 GB de RAM, possuindo uma GPU Radeon VII, equipado com SSDs NVMe de até 2TB + um HDD de até 4TB. E tudo isso vem montado numa compacta carcaça Mini-ITX portátil. Com certeza um custo/benefício bem superior a qualquer Mac oficial.


Com certeza esse sistema se trata de um grande concorrente ao Windows, pois se já não bastasse as distribuições Linux que estão ganhando um grande espaço no mercado, com o surgimento  de distribuições fáceis de usar e altamente customizáveis como Ubuntu, Pop!_OS, Elementary, Deepin entre outras. Somado a isso, seria um duro golpe não só na Apple, como também na Microsoft.

Gostaria de saber se na opinião de vocês esse sistema pode afetar de alguma forma o percentual de mercado da Apple e até mesmo da Microsoft, ou se não chega a tanto. Deixe aqui o seu comentário e até a próxima.

Fonte:



Empresa desafia a Apple e vende Hakintosh nos EUA

quinta-feira, 18 de junho de 2020


Com a população em casa durante a quarentena, o uso da internet aumentou consideravelmente, e parece que a procura por  opções ao Windows e MacOS também. O público está com tempo maior para pesquisar e aprender novas tecnologias, e por isso também estão com tempo para testar novos sistemas, e com isso o Linux cresce outra vez. Dessa vez ultrapassando 3% do Marketing Share! Nesse período notamos que  o market share do Linux dobrou entre março e abril de 2020. Novas estatísticas compartilhadas para maio mostram que o crescimento continuou. Linux cresce outra vez

O Linux agora representa 3,17% de todos os sistemas operacionais para desktop, contra 2,87% do mês de março.

A participação do Linux em todos os sistemas operacionais de desktop cresceu de de 2,87% em abril desse ano para uma alta ainda maior de 3,17% em maio de 2020.

Agora, isso é relativamente incomum, pois com base em números de anos anteriores, a participação no mercado de Linux, normalmente fica abaixo de de 2%, não tendo uma grande variação. O fato de ter atingindo e ultrapassado a marca de 3% pode não parecer grande coisa, mas é algo sem precedentes para o sistema pinguim.

E o Ubuntu é a distro que mais se beneficiou desse aumento. Vendo sua participação no segmento Linux crescer de 1,89% em abril para 2,11% em maio de 2020, sem dúvida, alimentado pelo lançamento da versão Ubuntu 20.04 LTS.

Com certeza o MacOS da Apple continua sendo o principal rival do Windows da Microsoft, com sua participação em torno dos 10%, contra 86% do Windows, contando todas as versões combinadas, tais como Windows 7, Windows 8, Windows 8.1 e o Windows 10.

O que torna esse crescimento mais notável é que o NetMarkerShare não conta market share do Chrome OS como sistema Linux, mesmo possuindo o mesmo Kernel, ao invés disso, é relatado separadamente.

Fonte:

Linux cresce outra vez, aumentando o Marketing Share!

quarta-feira, 17 de junho de 2020


A System76, desenvolvedora da distribuição Pop!_OS, fabricante e fornecedora de diversos hardwares com Linux embarcado, anunciou nova linha de notebooks, o Serval WS com processadores AMD Ryzen da série 3000.

O novo Serval WS tem potência em nível de desktop, pois, o modelo conta com três possíveis combinações de hardware, sendo os processadores AMD Ryzen 3600, 3700X ou 3900, tornando-o suficientemente poderoso para rodar jogos AAA com ótimos resultados.


"Nossa décima segunda geração do Serval WS abre novos caminhos com os processadores de desktop AMD Ryzen em um laptop a partir de apenas US $1299", disse Carl Richell, fundador e CEO da System76. "Como tal, é o companheiro perfeito para profissionais que exigem desempenho em computadores enquanto móveis" - completou.


Apesar de escolherem processadores AMD Ryzen, as placas gráficas escolhidas foram todas da NVIDIA, sendo GTX 1660 Ti para os modelos "mais básicos" ou RTX 2070 com todo o poder de fogo para rodar tudo no ultra com Ray Tracing.


ESPECIFICAÇÕES DO NOVO SERVAL WS:


Sistema operacional: POP!_OS 20.04 LTS 64 bits
Ubuntu 20.04 LTS 64 bits
Processador: AMD® Ryzen™ 5 3600 3.6 até 4.2 GHz (6 núcleos/12 threads)
AMD® Ryzen™ 7 3700X 3.6 até 4.4 GHz (8 núcleos/16 threads)
AMD® Ryzen™ 9 PRO 3900 3.1 até 4.3 GHz (12 núcleos/24 threads) 
Placa-gráfica: NVIDIA Geforce GTX 1660 Ti com carregador 180W (100V~240V)
NVIDIA Geforce RTX 2070 com carregador 230W (100V~240V)
Memória RAM: 8 GB DDR4 2933 MHz
Atualizável para 64 GB DDR4 dual-channel
Tela: 15.6" FullHD (1920 x 1080 pixels) com abacamento fosco e 120 Hz
Armazenamento: 2 x M.2 (SATA ou PCIe NVMe) até 8 TB total
Expansão de armazenamento: 2 x USB 3.2 2a geração
1 x USB-C 3.2 2a geração
1 x USB 2.0
Leitor de cartão SD
Conectividade: Ethernet Gigabit
Wi-Fi Intel® 6 AX
Bluetooth 5.0
Portas de vídeo: HDMI (HDCP)
Mini DisplayPort (1.4)
USB-C com DisplayPort (1.4)
Webcam: HD (1280 x 720 pixels)
Bateria: Removível de íon-lítio 62Wh 6 células
Dimensões e peso: 36 cm x 25.8 cm x 3.25 cm (C x L x A)
2.70 Kg
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System76 lança notebook gamer Linux com AMD Ryzen 3000

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